Petrópolis,18 de janeiro de 2008.
O Regime pós Bush,um prognóstico.
Autor-Richard K. Moore
Traduzido do inglês para “Rebelião” por GERMAN LEYENS.
Para entender algo dos assuntos políticos estadunidenses, há que compreender um pouco que eles são os que tomam realmente as decisões nos bastidores, e quais são seus interesses.
Assim podemos abrigar uma certa esperança de identificar as agendas ocultas, servidas por ações e programas do governo, e uma certa esperança de identificar as estratégias a longo prazo que estão em jogo.
Resulta que a pessoa informada já deveria sabê-lo - que uma pequena camarilha de famílias acaudaladas é a que essencialmente possuem e dirige os EUA.,já que possuem e controlam a Reserva Federal.
Os Rockefeller são membros óbvios e bem conhecidos desta camarilha,mas há outros menos conhecidos,não todos estadunidenses, e alguns cuja identidade segue sendo até hoje um segredo cuidadosamente guardado.
Nem sequer sabemos exatamente quem leva a voz cantante.
Essa tem sido a natureza da nossa “Democracia” desde 1913, quando a Lei da Reserva Federal foi aprovada furtivamente pelo Congresso durante um recesso natalino,pelos mesmos que financiaram a campanha de Woodrow Wilson e que se converteram nos proprietários privados do novo TODO PODEROSO BANCO CENTRAL..
A primeira importância desses sujeitos, os antepassados da atual camarilha governante, foi financiar ambos os lados da Europa durante a primeira guerra mundial, e logo conspirar para realizar a entrada dos EUA na guerra justo a tempo para inclinar a balança a favor do lado preferido pela camarilha. O mesmo patrão que posteriormente caracterizou a segunda guerra mundial.
Desde esse momento a política dos EUA tem estado firmemente em mãos da camarilha original da Reserva Federal e seus descendentes. Os meios dominantes também estão dominados pela mesma camarilha, de modo que nunca se permite a opinião pública interfira com seus objetivos fundamentais. Os meios podem ser utilizados para apoiar aos Presidentes estabelecidos ou para debilitá-los, dependendo do que convenha aos seus objetivos.
Nenhum Presidente ,que se haja voltado contra essa gente há sobrevivido durante muito tempo em seu posto.
Vimos recentemente o caso de Kennedy. Os tentáculos da Camarilha chegam inclusive aos escalões superiores de todos os serviços de inteligência e ao Pentágono ,e a esses influentes foros globais, como a organização mundial do comércio, a comissão trilateral, e os Bildeberg.
Bush e os neoconservadores tem sido simples instrumentos passageiros desta camarilha.
Sucedeu que os neoconservadores impulsionaram um pacote atrativo para a camarilha que prometiam fazer progredir alguns dos seus objetivos ao selecionar os neoconservadores para que foram os condutores traz o novo governo,a camarilha de nenhuma maneira estava adotando a nova filosofia neoconservadora , nem estavam adotando todo o pacote do projeto para o Novo Século Estadunidense (PNAC).
Simplesmente estava empregando um instrumento conveniente táticamente alinhado pelo momento com seus interesses.
Qualquer instrumento semelhante pode ser descartado a todo momento,se sua conduta se faz contraproducente, ou se aparece um instrumento melhor.
Sempre há um plano B preparado para qualquer momento que possa perder o caminho ou comece a decepcionar.
Bush, que provavelmente nem sequer há lido a agenda do PNAC, foi selecionado por motivos totalmente diferentes.
Sabendo que a agenda seria muito impopular, a camarilha decidiu que seria muito difícil defendê-la logicamente, inclusive com um controle total sobre os meios.
Um Presidente articulado e inteligente pareceria ser um demente se tratasse de defender essas políticas insanas. Por eles, nossa camarilha pensou astutamente: Por quê não colocar alguém ali,alguém que é obviamente um tarado,com toda sua pobre alma, para que o público creia que enfrenta a estupidez de um homem, e não compreenda o que sucede na realidade?
Por certo Bush, ao não ter idéia de outra coisa que o golfe, os saques,a cocaína, e os trouxas de saia, teria que ser mantido bem longe de todo rol na direção da Casa Branca.Daí a necessidade de ter CHENEY, o verdadeiro Presidente na sombra, que deixa todas as operações fotográficas a Bush,que se mantém fora do olho público e que leva consigo a caixa negra do ARMAGEDOM donde quer que vá. Algo que só os Presidentes oficiais tem feito até agora.
Foi o projeto que entrou em operação na campanha presidencial inicial de Bush. Tudo estava alinhado para lançar uma importante empresa imperialista, os preparativos o 11-S estavam bem avançados, e nenhum poder na terra ia deter o show de Bush.
Por certo Bush, o inocentão ia ganhar, não importa quanto de votos e mentiras dos meios foram necessários, o quanto Juízes da Corte Suprema se requeririam para cumprir a tarefa.
Como último recurso não tivessem titubeado em liquidar a GORE, um dos seus, se houvesse sido o único caminho para dar asas ao caminho a seu homem, uma tática que utilizaram antes com Bob Kennedy.
Porém agora existem as máquinas DIEBOLD. Tudo se pode conseguir mediante uma só mensagem de comando informático, especificando quais candidatos hão de obter qual porcentagem de votos em cada circunscrição.
Os sondadores de boca de urna hão sido abandonados já que subministram evidências estatísticas dura do .......sistemático.
Os neoconservadores tem conseguido muito para seus politiqueiros da elite,e em troca tem recebido mão livre para saquear ao seu gosto, canalizando todos esses milhares de milhões de dólares para a guerra do Iraque e seus próprios tesouros corporativos e carteiras de inversão
Eles por sua parte, estão estabelecendo os fundamentos de um Estado Fascista nos EUA e Canadá..
Obtido as reservas de petróleo do Iraque construindo mega bases avançadas permanentes no Iraque desestabilizado exitosamente ao Iraque e preparando para o balcão , obtendo rotas para gasoduto no Afeganistão, restaurado num rentável comércio de ópio, e progredido fazia o êxito da capacidade do primeiro golpe que será necessário para quando chegar o momento para enfrentar a Rússia e a China.
Por certo, um bom conjunto de êxito importante em muito pouco tempo.
Porém, para nossa camarilha, a pergunta eterna é: “Que tens feito ultimamente para mim, mijito?”
A intenção neoconservadora de bombardear o Irã foi o momento em que o instrumento começou a decepcionar, e ameaçou a perder a rota.
Todo ele pensara seriamente no resultado de um bombardeio, sabia que um ataque rapidamente sairia de qualquer controle—considerando as armas avançadas subministradas pela RÙSSIA ao impulsivo Irã., e que a pólvora envolveria um Israel de tiro fácil, com poderio nuclear, clinicamente transtornado . Por certo Rússia e China estavam preparadas em alerta ultra elevado para intervir com a força devida se a espiral cruzava certas linhas não especificadas traçados na arena.
Os neoconservadores sabiam e a camarilha o sabia.
Qualquer ataque contra o Irã, por bem planificado, limitado, e executado que fora, seria jogar a roleta russa com a terceira guerra mundial.
Os neoconservadores estavam dispostos a dar esse passo, a jogar esse jogo, e estavam muito avançados em seus preparativos, tanto do tipo militar como das operações psicológicas. É óbvio que não dissuadiria a possibilidade de uma guerra nuclear global generalizada.
Não tem nada a ver com a pretendida crença de Bush no APOCALIPSE e na ASCENÇÂO DOS ELEITOS, mas também com a evidente crença dos neoconservadores em que estavam preparados para a grande empresa, “copiando diretamente uma pagina do DR. Strangelove { “ Dr, Insólito “ o “ Telefone Vermelho “ voando fazia Moscou”}, com os neoconservadores no papel de Jack D. Ripper.
A diferença do demente comandante da base do comando aéreo estratégico sem embargo os neoconservadores se viram obrigados a telegrafar suas ações e a camarilha não gostou do roteiro.
Sabia que a capacidade do primeiro ataque, não estava certo de estar preparado, e a roleta russa não é um jogo que goste de jogar. Só o joga quando tem todas as melhores cartas e uma participação majoritária no cassino.
Assim que havia chegado a hora de tirar o enxágüe ao instrumento neoconservador. Foi algo surpreendentemente fácil. O primeiro passo dado quem sabe faz quanto tempo. Foi informar discretamente ao Estado Maior conjunto de que o projeto Irã está anulado, não importa que ordens possam chegar da Casa Branca, ou da Casa Negra.
Esta notícia, desde logo, devia permanecer limitada aos presentes, como por certo sucedeu. Uma vez que assegurado o segredo o Castelo, foi algo trivial, plantar as sementes que deixariam todo o alegre trem neoconservador, que ameaça descarrilhar-se.
Um simples porém devastador anúncio da Inteligência, uns poucos cochichos na próxima reunião a atores chave de BILDERBERG de que se abriria a temporada da caça para o continente estadunidense, e outras diversas ações sutis e bastante fácil. Custa pouco, depois de tudo derrubar um castelo de cartas, particularmente se se apóia em um comando débil.
A camarilha se mantém invisível como de costume.
Certos elementos na Casa Branca já sabem o que está sucedendo, muitos outros parecem seguir pensando que a agenda neoconservadora está na ordem do dia..
Parece bastante óbvio que CHENEY o supôs antes, e que teve alguma espécie de para quedas dourados em sua meia de natal..
Não há ouvido nem um grunhido de sua parte desde que ouvimos pela primeira vez do revés da camarilha, quando o anúncio da Inteligência chegou ao conhecimento público. Bush já se imagina a CHENEY como Judas Reencarnado, e pratica como dirá “Até tu Brutus? Se lhe apresenta a oportunidade. Sem embargo, é evidente que Bush entretanto não havia compreendido que desconectaram seu chip.
O seu e o do seu companheiro Gates; ambos seguem atuando como se o trator seguira rodando. Eu imagino cairão como o tipo na cinta de monte Python...” Anda, segue, corta-me o outro braço. Igual te darei uma surra. “
No que suceda a continuação será que transferirão as ganâncias e prepararam um novo argumento. É dizer, não deixaram nenhum dos impressionantes( É dizer, horríveis) Êxito dos neoconservadores, e apesar dele o povo estadunidense será levado a crer que os males são coisas do passado-A mesma prática padrão que vimos que funcionou tão bem quando renunciou Nixon.
Os meios voltaram a encher de novos argumentos, junto com brilhantes caras novas, inteligentes, confiáveis reconfortantes, simpáticas, amantes da terra, mas algumas fantasias novas__ E a experiência com Bush se desvanecerá da memória pública, junto com os resultados do futebol da última temporada.
É uma vantagem extraordinária para nossos governantes, é que nós outros estadunidenses, tenhamos uma memória retentiva tão minúscula e poderes tão limitados de observação.
Independentes em comparação com o resto da população do mundo.
Eu imagino que o propósito da crise era confundir nossos critérios intuitivos básicos.
Não é todavia para o ataque por surpresa das malvadas bruxas do Leste. A guerra baseadas no espaço todavia está na versão Beta.
Tampouco é necessário proceder pelo momento com o desencadeamento total da GESTAPO, das tropas de assalto da SS, de campos de concentrações, do trabalho forçado, e todo o assunto.
Os neoconservadores hão construído diligentemente os fundamentos para tudo isso, concretamente e como precedente legal, porém o projeto há sido suspenso por momento e os neoconservadores carecem de missão.
Quando chegar o momento de retomar o projeto, será percebido como uma nova reação ante a aparição repentina de um cenário inesperado, e não se notará uma continuidade postergada com a era de Bush.
Sugiro que poderemos ver o enfoque do próximo governo dos EUA. Se prestarmos atenção a Al Gore, anda por aí pregando o evangelho da mudança climática, e se converte rapidamente na nova causa nobre para a “Comunidade Internacional”. É mais que uma campanha apoiada pelos meios de massas, pelos poderes existentes.
Evidentemente se nos preparam para um “Novo Show”, depois do “Show de Bush” o “Novo Show” terá que vir com impostos e créditos de carbono, novas fontes de energia, carro mais eficientes, biocombustíveis, e todas essas coisas supostamente relacionadas com a mudança climática e a alta do petróleo.
A fim de abrir o caminho para um novo show,parece bastante claro que o novo governo, começará com algumas vitórias políticas fáceis. Limpando rapidamente alguns dos trouxas mais evidentes herdados dos neoconservadores.
A serra de Guantânamo e a declaração de que se há abandonado dos votos de entrega, lograriam muitos sem um custo real (Votos secretos e prisões continuariam sem dúvida).
O Iraque já terá sido desestabilizado e preparado para os balcões , e as bases permanentes dos EUA. Já terão sido construídas. Outra vitória fácil será que as tropas dos EUA se retirem as suas bases e aos campos petrolíferos que se dá por terminada a guerra, e que o Iraque seja dividido em Províncias étnicas, deixando que se disputem entre elas.
Tudo pode ser mostrado nos meios como uma “vitória para a Paz e a Democracia
Que poderemos esperar então deste novo show?
Quais conseqüências resultarão provavelmente da implementação do tipo de políticas das que falam Al Gore e os meios, em relação com as mudanças climáticas, a independência energética, etc.?
Que trata de conseguir realmente nossa camarilha governante?
No âmbito geral, é óbvio que este tipo de política não envolva mudanças fundamentais no modo como operam nossas sociedades, Todavia teremos carros,só serão um pouco mais eficientes, e pagaremos mais por combustíveis e impostos para operá-los.
No entanto embarcaremos produtos desde a China que poderíamos produzir localmente entretanto dependeremos de transportes por caminhões a grandes distâncias .
Todavia utilizaremos métodos agrícolas que dependem em grande medida do petróleo, para tratores, fertilizantes e pesticidas.
A investigação e o desenvolvimento de novas fontes de energia conduzirão a numerosos subsídios governamentais e podem conseguir mais um pouco de energia, mas não mas de cerca suficiente para reemplacar o petróleo.
Muitos de nossos transportes e outras infra estruturas seguem basicamente sem mudanças, seguimos sendo insustentáveis dependentes do petróleo, e nenhuma das iniciativas do tipo sugerido por Gore muda o quadro do carbono, ou o quadro do clima de algum modo significativo.
A fim de começar a descobrir qual era a verdadeira agenda que traz as políticas do tipo proposto por Gore, olhemos primeiro um exemplo: Os biocombustíveis.
A produção de biocombustíveis não assegura uma fonte nova de energia, também tira terra de produção de alimentos.
Como conseqüência do mercado de biocombustíveis já existentes, os preços de mercado de grãos e outros biocombustìveis potenciais já estão sendo impulsionados pelos preços de energia. Por eles , os preços globais de alimentos estão aumentando rápidamente, muitos ao mesmo tempo se reduz a área para a produção de alimentos estas duas coisas aumentarão indireta e drasticamente a fome e a inanição no mundo, particularmente nas regiões mais pobres.
Um governo inspirado por Gore promoverá uma expansão dos programas de biocombustíveis a escala global, e se felicitará por suas nobres façanhas na poupança do petróleo.
Tudo isso ocorrerá em um contexto em que enfrentamos em geral uma crise global alimentícia. Não temos visto muitos títulos sobre este assunto, mas o mundo está a bordo de uma grande crise alimentícia.
Os depósitos de reserva para emergências estão de cobertura em queda.
Os níveis de produção estão baixos.
As más colheitas aumentam, etc... É um quadro muito triste inclusive sem biocombustíveis.
Com este contexto, a conseqüência limpa de uma agenda importante de bio combustíveis , equivale a um genocídio intencional.
Inúmeros milhões morreram de fome no terceiro mundo para prover um pouco mais de combustíveis as nações industrializadas com seu super consumo , afora de inúmeros milhões que já estão morrendo.
O pequeno aumento de energia é tão pequeno em comparação, que devemos aceitar a agenda dos biocombustíveis. Tem que ver sobretudo com genocídios sem embargos,quando começarmos a ler, sobre o estado de novas fomes, talvez o Brasil onde os biocombustíveis agora entram em produção em massa, os titulares culparão as secas, as más colheitas ou utilizarão alguma outra desculpa, como sempre fazem. Muitos tanto sentiremos um “Brilho Verde” cada vez que enchemos nossos carros com biocombustîveis, ignorando o dano que estamos fazendo. E talvez doaremos a OXFAM, ou adotaremos a alguma criança do terceiro mundo e enviaremos cartas.
A agenda de Gore é simplesmente imperialismo genocida oculto.
Traz uma nova máscara, um novo show.
Em lugar de matar índios, matando seus búfalos, mataremos populações eliminando seu acesso aos alimentos por outros caminhos.
Uma vez mais “ELES” devem ser sacrificados para que possa continuar “NOSSO” modo de vida., e expandir.
Poderíamos assinalar que mais Iraquianos morreram debaixo das sanções de Bill Clinton do que os que estão mortos na atual guerra. O modelo era o genocídio invisível,em lugar da variedade mais violenta de Bush.
Aparentemente nos dias de Hillary Clinton voltaríamos as conseqüências de uma agenda de Gore são genocidas, mas se podia perguntar se se trata de um resultado primordial intencional.
Tenho estado sugerindo que o é, e penso que seja necessário mais elaboração a respeito. Todavia não há justificativa muito bem ao caso.
Simplesmente tenho apresentado parte de uma evidência e sugerido um modelo.
A fim de obter uma perspectiva adequada do problema, temos que retroceder e considerar o quadro maior do mundo industrializado frente ao terceiro mundo, ante
uma ampla gama de crescente carências dos recursos. A perspectiva estratégica de nossa camarilha governante.
Parece muito claro que as nações industrializadas não se propõem a mudança da rota básica em que se encontra,ou abandonar o capitalismo.
Só poderemos esperar mais crescimento industrial, mais consumo de energia elétrica, a continuação do uso dos métodos agrícolas intensivos em energia, etc.
As curas energéticas da agenda de Gore não fazem uma diferença significativa neste quadro, simplesmente afirmam a intenção de continuar como até agora.
A única maneira como o Norte industrializado pode seguir por este caminho é apoderando-se de mais e mais terra, água e os recursos do terceiro mundo.
Para o seu próprio uso.
Como o apetite industrial de recursos segue crescendo a um ritmo acelerado, e como aumenta cada vez mais a pressão sobre novos recursos globais,veremos uma rapidíssima expansão da fome no terceiro mundo.
A globalização da fome a uma escala africana.
É inevitável que seja assim se o Norte permanece em sua rota atual e de pouca conseqüência que tenhamos políticas ao estilo de Gore ou algum outro tipo de política.
Esta “inevitabilidade” de mortes massiva no terceiro mundo é bem conhecida por quem dirige as nações industrializadas.
Desde a perspectiva das alturas do Poder, a pergunta se converte em:
Como poderemos conduzir essas mortes para que causem uma mínima alteração na economia global, e para que não provoquem um demasiado protesto público?
Desde logo, desde que se comece a administrar a morte, se começa a participar do genocídio, é dizer, a organização da morte de certas populações em lugar de outras.
O modelo para que a estratégia do gerenciamento tem caído muito claro na África Sub Saariana, onde tem ocorrido todas essas guerras civis, atrocidades genocidas, secas, e fome.
Poucas pessoas se dão conta de que esses desastres tem sido sistematicamente impostos a África, mediante as medidas do FMI, programas clandestinos de desestabilização, a negação de atenção médica, a distribuição generalizada de armas automáticas, as manipulações dos bancos internacionais, a dedicação de terras e água ao consumo do Norte,em resumo segue.
As forças de mercado não só matam de fome a África ,senão o processo está sendo acelerado por intervenção genocidas encobertas.
Na África vemos um holocausto a plena escala, um massivo programa genocida em progresso. Ou talvez devêssemos dizer que não o vemos.
Porque nos meios não passa nada semelhante. Lemos que conflitos tribais estão estourando . Porém não nos dizem nada sobre os atentados da CIA, pelo que se culpou ao “outro lado” e que provocaram o conflito, um conflito que poderia se transformar em guerra civil.
Lemos sobre a fome devida a “Seca” e não nos dizem que havia água abundante, se não fora porque as plantações de café para exportação utilizam toda a água local.
Não vemos o genocídio, vemos os africanos afetados por misérias desafortunados, tudo devido aos caprichos da Mãe Natureza.
Portanto se faz claro o modelo do gerenciamento das mortes.
Tem sido ensaiado satisfatóriamente a África, e podemos esperar que o modelo provado seja empregado no futuro.
Elegem uma população que considerem “Excessiva” empreendem um programa de aquisição dos recursos dessa população, e logo, para acelerar o processo de remoção iniciam diversos atos encobertos de genocídio.
Desta maneira, a população do mundo pode ser reduzida pouco a pouco.´, e de modo gerenciável, já que o Norte necessita gradualmente da utilização de TODOS os recursos do mundo para seu uso exclusivo. Para desgraça do Norte nem isso será suficiente para permitir continuar o crescimento industrial.
O Sul é assassinado só para que o Norte insustentável possa continuar por seu caminho algum tempo mais.
Enquanto , os meios do Norte apresentam um quadro em que só a natureza causa as fomes.E o papel do Norte é sempre o fornecimento de ajuda na medida que seja possível.
Expectadores preocupados recebem números convenientes aos que podem chamar, para que possam livrar-se de sua preocupação com uma simples doação que “ Salvará a um menino”. Ou dará uma cabra a uma familia.
Aqui não há genocídio; somos bons. Não vêem nada de mal, sentem-se bem.
A propósito, não são terríveis a fome que passam esses países?
As políticas ao estilo de Al Gore não são só genocidas,são formidavelmente genocidas.
Quando começam a tirar quantidade massivas de terras da produção de alimentos e causam um aumentam substancial nos preços de alimentos no globo, diante de uma situação alimentícia mundial que já está submetido a pressão, poderiam causar em muito pouco tempo uma temporada de más colheitas.Uma fome em uma escala nunca vista antes.
A gravidade do resultado dependerá inteiramente da agressividade com que o novo governo imponha a agenda ao estilo de Gore.
Irão converter em genocidio em uma ciência,com modelos ajustáveis.
Vai parecer depois de ensaiar no terreno das táticas do Holocausto na África sub Saariana,Há que tomar uma decisão para globalizar o programa.
Para fazê-lo, as políticas ao estilo de Gore tem em potencial de ser a arma de destruição massiva adequada, ao equivalente em o jogo da fome e das bombas nucleares no jogo da morte pelo fogo.Evidentemente a decisão de globalizar foi tomada faz algum tempo, sem dúvida justo antes de pedir A Gore para realizá-la “Uma verdade inconveniente”.O filme foi o primeiro sinal da direção que tomariam os ventos, o primeiro anúncio do “Novo Show”.
A missão primordial do governo de Hillary, debaixo da bandeira de “fazer algo a respeito da mudança climática e a alta do petróleo.”
Seria evidentemente que se empreenda uma massiva tomada de recursos no sul do globo, levando a eliminação seletiva e massiva de certas populações mediante a fome. Em outras palavras, a missão é expandir a todo o globo, o modelo de matar de fome a África.
Um processo a que contribuíram os acostumados suspeitos tenebrosos em seus papéis desestabilizadores de costume.
Meu grande temor durante o regime de Bush foi o provável ataque contra o Irã.
Ou foi porque deram rédea curta a Gestapo?
Foi uma situação perigosa nesses dias tenebrosos.
Agora estamos a bordo de um regime inclinado ao genocídio em uma escala que faria passar vergonha aos nazistas.
Eu sugeriria que escapamos da frigideira para cair no fogo.
Espero que nada por aí tenha algumas noções românticas sobre o novo governo,e espero
Que todos se dêem conta de que o processo político nunca poderá ser utilizado para solucionar nossos problemas;Feito esse sistema é o núcleo do nosso problema.
Também espero que todos tenham bem claro que o genocídio global é uma conseqüência inevitável da continuação deste insano sistema capitalista, se está de acordo ou não com a maior parte de minha análise.
E afinal de contas, o capitalismo não poderá durar eternamente.
Só quando se há chegado a esse profundo nível de desesperança em que não se vê nenhuma saída de escape, se poderá ver suficientemente claro como para começar a ver a raiz do verdadeiro problema.
O verdadeiro problema, amigos, reside no feito de que vós e eu não teremos nenhuma influência na maneira como são dirigidas nossas sociedades.
Qualquer de nós tem mais sentido comum que as pessoas que dirigem as coisas, e certamente teremos mais consideração por nossos próximos.
Nosso problema reside em nossa própria impotência, em que desejamos o PODER em mãos daqueles que sempre abusam dele, de uma ou outra maneira. Em uma época atrás da outra.
Nosso desafio como espécie sensível e nossa resposta se tratarmos de fazer algo a respeito da agenda de crescimento através do genocídio.
É começar a obter o Poder necessário, nós pessoas de jogo de frontão sem referência ao inútil processo político. Como conseguir esse processo de apoderamento deve ser o objetivo de nossas investigações, e se consegur esse Apoderamento deve ser o CENTRO do NOSSO ATIVISMO.
Richard K. Moore.
Vocabulário.
Camarilha- Pessoas que ficam ao redor do chefe de estado ou serviço, influindo indiretamente em suas decisões.
Politiqueiro-Saltimbanco
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Nenhum comentário:
Postar um comentário